A CBF quer o fim da expressão “roubo” como chavão usado para atacar a arbitragem e passou a defender maior rigor contra quem utiliza termos como “roubo”, “assalto” e outros contra julgados.
A postura vale para jogadores, treinadores e dirigentes, com o STJD prometendo punições mais pesadas já neste Brasileirão. A confederação entende que esse tipo de discurso contribui para o clima de descrédito em torno das decisões de campo e prejudica a imagem do futebol nacional.
O STJD confirmou que, até aqui, muitas acusações terminaram com avaliações leves ou até liberadas, por serem tratadas como “traça cultural”; agora, o objetivo é enquadrar a forma mais duradoura de quem repetir o comportamento.

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